Brasil ajuda a conter 3ª maior fuga de fundos cripto desde 2018; entenda

Saídas de US$ 4,92 bi em cripto‑fundos marcam 3ª maior fuga da história. Brasil é exceção, com entradas líquidas
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A fuga de fundos cripto alcançou US$ 4,92 bilhões em apenas quatro semanas consecutivas de resgates, tornando-se a terceira maior sequência de saídas desde 2018, segundo dados da CoinShares. Na última semana sozinha, foram retirados US$ 1,94 bilhão dos produtos de investimento em criptomoedas.

Bitcoin e Ethereum puxam movimento de saída

O Bitcoin foi o ativo mais afetado, com saídas de US$ 1,27 bilhão. Seu preço caiu de US$ 95 mil para US$ 86 mil, gerando um ciclo de venda acentuado. O também enfrentou perdas expressivas, com saídas de US$ 589 milhões, cerca de 7,3% do total sob gestão do ativo.

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Entre as , teve resgates de US$ 156,2 milhões e queda de mais de 5% no preço. Por outro lado, o contrariou a tendência do mercado e registrou entradas de US$ 89,3 milhões, impulsionado por rumores sobre novos ETFs.

Brasil mantém desempenho positivo

Apesar da fuga de fundos cripto global, o Brasil apresentou entradas líquidas de US$ 3,5 milhões, sendo uma das únicas exceções ao lado do Canadá, que somou US$ 20,9 milhões. O desempenho reforça a resiliência do mercado nacional diante da instabilidade internacional.

Sinais de reversão ao fim da semana

Na sexta-feira (21), o mercado registrou seu primeiro fluxo positivo após sete dias de perdas: US$ 258 milhões em entradas líquidas. O , que liderou as saídas durante a semana, fechou o dia com US$ 225 milhões em entradas, enquanto o Ethereum somou mais US$ 57,5 milhões.

Investidores ainda apostam na baixa

Apesar do alívio, fundos de Short Bitcoin, que apostam na queda da criptomoeda, continuam atraindo capital — com crescimento de 119% em ativos sob gestão nas últimas três semanas. Isso indica que parte dos ainda acredita em uma continuidade da tendência de baixa no curto prazo.

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