AgroGalaxy (AGXY3)
A AgroGalaxy reduziu o prejuízo ajustado para R$ 136 milhões no 2T25, frente a R$ 362 milhões um ano antes. O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 97 milhões, com margem de -38,6%, impactada por menor volume de vendas e custos elevados com insumos.
Ambipar (AMBP3)
A 3ª Vara Empresarial do RJ prorrogou a medida cautelar que suspende pagamentos e vencimentos antecipados da Ambipar, até decisão sobre o pedido de recuperação judicial. A ação dá fôlego temporário à empresa em meio à renegociação com credores.
Coelba (CEEB5)
A Coelba vai pagar R$ 1,05 bilhão em dividendos intermediários, sendo R$ 3,87 por ação ON/PNA e R$ 4,26 por PNB, com data-base em 29/10. As ações ficam ex-proventos a partir de 30/10, e o pagamento será feito até 31/12/2025.
Copel (CPLE6)
A Copel convocou assembleia de acionistas preferencialistas para 17/11/2025, com o objetivo de ratificar a conversão obrigatória das ações PN, parte do processo de migração ao Novo Mercado da B3.
Elektro (EKTR4)
A Elektro Redes distribuirá R$ 167 milhões em dividendos intermediários, sendo R$ 0,82 por ação ON e R$ 0,90 por PN. As ações ficam ex-proventos a partir de 30/10, com pagamento até 31/12/2025.
Grupo Mateus (GMAT3)
O Grupo Mateus inaugurou um novo atacarejo em Fortaleza, sua 13ª unidade no Ceará. No acumulado de 2025, já são 13 novas lojas abertas, totalizando 272 operações de varejo alimentar no Brasil.
Petrobras (PETR4)
A Petrobras elevou a produção total para 3,14 milhões de boe/dia no 3T25, alta de 17% a/a. No Brasil, a produção de óleo subiu 18% (2,52 milhões bpd), enquanto o pré-sal avançou 16% (2,12 milhões bpd), impulsionado por novos FPSOs e menor parada programada.
Raízen (RAIZ4)
A Fitch rebaixou o rating da Raízen e da Raízen Energia para BBB-, com observação negativa, citando endividamento crescente e geração de caixa enfraquecida. A agência destacou discussões internas sobre venda de ativos e possível aporte de capital.
Ultrapar (UGPA3)
A Ultrapar comprou 37,5% da Virtu GNL por R$ 102,5 milhões, sendo R$ 85 milhões em aporte de capital. A Perfin Infra permanece com 75% do controle, e José Moura Jr. segue com 25%. O foco é a expansão logística em gás natural liquefeito de baixo carbono.