Copel (CPLE6)
A Copel concluiu a venda da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu para a ENERGO-PRO, após aprovação dos órgãos reguladores. O equity value da operação foi de R$ 1,68 bilhão, marcando o fim do processo de desinvestimento do ativo.
Casas Bahia (BHIA3)
A Casas Bahia firmou parceria com o Mercado Livre, e começará a vender produtos na plataforma a partir de novembro. O acordo é de longo prazo e visa ampliar o alcance comercial das duas companhias. Segundo executivos, a iniciativa deve reforçar o desempenho de eletrônicos e utilidades domésticas no marketplace.
Assaí (ASAI3)
O Assaí informou geração de caixa livre de R$ 3,1 bilhões nos últimos 12 meses e R$ 909 milhões no trimestre, reforçando o foco em eficiência financeira e expansão orgânica.
Ambipar (AMBP3)
A Ambipar comunicou que a participação do controlador Tércio Borlenghi Junior caiu de 67,68% para 59,54%. Em carta à companhia, Borlenghi afirmou que a redução foi indevida e que Plural Investimentos e Opportunity continuam executando ações judiciais via o fundo Everest.
Direcional (DIRR3)
A Direcional Engenharia concluiu a venda de 15% da Riva Incorporadora para o FII Riza Viseu, da gestora Riza Asset, via exercício integral de bônus de subscrição.
Raízen (RAIZ4)
A Raízen moeu 35,1 milhões de toneladas de cana no 2T25/26, alta frente aos 32,9 milhões do mesmo período anterior. Já as vendas de etanol recuaram para 817 mil m³, contra 974 mil m³ no ano anterior.
Klabin (KLBN11)
A Klabin firmou acordo para criar uma nova SPE florestal no Paraná, com o aporte de 15 mil hectares de terras produtivas. A iniciativa amplia a eficiência no manejo florestal e geração de biomassa.
Enjoei (ENJU3)
O Enjoei informou que poderá convocar AGE até 30 de abril de 2026 caso o preço das ações permaneça abaixo de R$ 1,00. O objetivo seria deliberar sobre um grupamento de ações para adequação às regras da B3.
Qualicorp (QUAL3)
A Qualicorp obteve aprovação da ANS para a venda da Gama Saúde a Fernando Vieira, controlador da holding ESB, por R$ 163,9 milhões.
Blackstone (BX; BLAK34)
A Blackstone, maior gestora de ativos alternativos do mundo, registrou lucro 48% maior no 3T25, com US$ 1,89 bilhão (US$ 1,52/ação) em lucros distribuíveis. O desempenho foi impulsionado por private equity e crédito, com US$ 54,2 bilhões em captação e US$ 1,24 trilhão em AUM.
A empresa destacou ainda investimentos em LNG nos EUA (US$ 7 bi) e a parceria com a TPG para comprar a Hologic por US$ 18,3 bi.