A Taesa (TAEE11) anunciou, nesta terça-feira (11), a distribuição de R$ 323,2 milhões em proventos aos seus acionistas. O valor engloba dividendos intercalares e juros sobre capital próprio (JCP) e será pago no dia 28 de janeiro de 2026, com base na posição acionária de 14 de novembro de 2025. As ações e units passam a ser negociadas “ex-direitos” a partir de 17 de novembro.
Valores por ação e unit
Cada unit (TAEE11) dará direito ao valor de R$ 0,93836044665. Já as ações ordinárias e preferenciais (TAEE3 e TAEE4) receberão R$ 0,31278681555 por papel. A distribuição aprovada reflete a política consistente da empresa de remunerar seus acionistas com regularidade e previsibilidade, marca registrada da companhia no mercado de transmissão de energia elétrica.
Lucro cresce no 3T25 e sustenta proventos
O anúncio dos proventos acontece na esteira da divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2025. A Taesa registrou um lucro líquido regulatório de R$ 323,3 milhões, alta de 5,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Ebitda regulatório foi de R$ 548,8 milhões, avanço de 12,6%, enquanto a receita operacional líquida chegou a R$ 650,5 milhões, aumento de 9,8% em base anual.
Papel segue entre os favoritos de quem busca dividendos
A consistência nos números e a solidez das margens operacionais mantêm a Taesa como uma das queridinhas da B3 entre investidores voltados para dividend yield. O setor de transmissão de energia, com contratos de longo prazo e previsibilidade de receita, favorece esse perfil de retorno recorrente.
Com mais esse pagamento anunciado, analistas reforçam a expectativa de que o dividend yield da Taesa em 2025 continue em patamares elevados. A empresa, que já possui histórico de distribuição de proventos robusto, segue fortalecendo sua posição no portfólio de investidores focados em renda passiva.
Perspectivas para os próximos meses
Além dos resultados, o mercado acompanha de perto os próximos movimentos estratégicos da empresa, incluindo novas concessões, investimentos em expansão de rede e gestão de custos operacionais. A performance financeira saudável reforça a confiança na companhia, que segue entregando valor aos acionistas mesmo em um cenário econômico desafiador.