Superávit primário do governo é de R$ 36,5 bilhões em outubro

Superávit primário alcança R$ 36,5 bilhões em outubro, mas ainda está aquém de metas fiscais.
Superávit primário do governo é de R$ 36,5 bilhões em outubro
Superávit primário do governo é de R$ 36,5 bilhões em outubro

O superávit primário do atingiu R$ 36,5 bilhões em outubro, segundo dados do . Esse resultado, embora positivo, revela uma piora em relação ao ano anterior e um éficit acumulado em 2025.

Desempenho das contas do governo em outubro

Em outubro, o desempenho das contas do governo mostrou um superávit primário de R$ 36,5 bilhões. Isso significa que as receitas foram maiores que as despesas no mês. É importante ressaltar que este valor está abaixo do superávit registrado no mesmo mês do ano passado, que foi de R$ 43 bilhões. Esta comparação nos mostra uma piora no desempenho fiscal.

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As receitas líquidas, após transferências a estados e municípios, aumentaram 4,5% em termos reais, totalizando R$ 229 bilhões. Este crescimento foi impulsionado por uma arrecadação recorde, especialmente devido ao aumento do . No entanto, as despesas totais também subiram, atingindo R$ 192,4 bilhões, com uma alta real de 9,2%. Isso mostra que, apesar do aumento nas receitas, os gastos do governo também estão crescendo.

Comparativo do superávit primário em 2025

O comparativo do superávit primário em 2025 revela um cenário desafiador para as contas do governo. Até agora, a previsão é de um déficit de R$ 75,7 bilhões, que está dentro da autorizada. Isso significa que as despesas superam as receitas. Em comparação, no mesmo período do ano passado, havia um superávit de R$ 70,8 bilhões. Esta mudança é preocupante e mostra que as contas públicas precisam de atenção.

O déficit acumulado até agora representa uma pequena piora em relação ao ano anterior. As receitas líquidas aumentaram 3,7% em termos reais, totalizando R$ 1,91 trilhão. Porém, as despesas totais também cresceram, chegando a R$ 1,98 trilhão. Isso ilustra a dificuldade do governo em manter suas contas no . A pressão sobre a arrecadação e o aumento das despesas precisam ser analisados com cuidado.

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