O foco da Petrobras para o período de 2026 a 2030 está na manutenção da política de dividendos e do teto de endividamento, segundo o diretor financeiro Fernando Melgarejo. A estatal brasileira segue cautelosa, mesmo com lucro de US$ 6,03 bilhões no terceiro trimestre e planos para aumento da produção.
Petrobras mantém disciplina financeira e política de dividendos sem alterações
A Petrobras reafirmou sua disciplina financeira ao manter a política de dividendos sem alterações para o próximo ciclo estratégico de 2026 a 2030. O diretor financeiro Fernando Melgarejo destacou que a empresa não vê necessidade de rever o teto de endividamento, que atualmente está em US$ 75 bilhões. No terceiro trimestre, a dívida se aproximou de US$ 71 bilhões, incluindo uma captação de US$ 2 bilhões.
Essa estratégia prudente garante que a estatal consiga equilibrar a geração de caixa robusta com a sustentabilidade financeira. Melgarejo enfatizou que não há discussões em andamento sobre mudanças na política de dividendos, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e a geração de valor para os acionistas. A cautela também se estende a possíveis operações de fusões e aquisições, que só serão consideradas se contribuírem para um retorno sustentável no longo prazo.