IBGE revela que mulheres ganham menos que 80% dos homens no trabalho

A pesquisa do IBGE destaca que a diferença salarial entre gêneros ainda é alarmante, com mulheres ganhando apenas 78,6% dos salários masculinos.
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A nova pesquisa do revela a diferença salarial entre gêneros no mercado de trabalho brasileiro. Com somente 49,1% das mulheres empregadas em 2024, contrastando com 68,8% dos homens, a realidade é preocupante. Embora haja um recorde de ocupação, as mulheres ainda enfrentam barreiras significativas em termos de salários e oportunidades.

Desigualdade salarial de gêneros no Brasil

A desigualdade salarial de gêneros no Brasil é um tema preocupante. Segundo o IBGE, as mulheres ganham, em média, apenas 78,6% do que os homens recebem. Este cenário se agrava em setores como serviços e comércio, onde essa proporção cai para 63,8%. Isso significa que, ao realizar o mesmo trabalho, elas levam para casa salários significativamente inferiores.

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Um dos fatores que contribui para essa situação é a divisão desigual das tarefas domésticas. As mulheres frequentemente assumem mais responsabilidades em casa, o que reduz o tempo disponível para o trabalho remunerado. Em 2024, apenas 49,1% das mulheres estavam empregadas, comparado a 68,8%% dos homens. Essa diferença mostra como as barreiras ainda são altas para mulheres no brasileiro.

Impactos da idade e raça no mercado de trabalho

No mercado de trabalho brasileiro, a idade e a raça têm impactos significativos. O IBGE reportou que, em 2024, 20,4% das mulheres estavam subutilizadas. Isso significa que mesmo querendo trabalhar mais, elas não conseguem. Esse número é alto, especialmente em comparação ao 12,8%% entre os homens. Além disso, a situação é ainda mais difícil para mulheres pretas e pardas, que enfrentam as maiores taxas de subutilização e pobreza.

A idade também desempenha um papel importante. Entre os trabalhadores com 60 anos ou mais, houve um aumento na ocupação. Em 2024, 24,4% dessa faixa etária estava empregada. No entanto, muitos desses trabalhadores estão em condições informais. Em 2024, 55,7% dos idosos trabalhavam de forma não registrada. Isso mostra como a informalidade é um desafio, afetando não só a , mas também os benefícios trabalhistas.

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