As gambiarras no home office têm se tornado tema recorrente nas empresas, especialmente após demissões em massa, como as ocorridas no Itaú. Este fenômeno levanta questões sobre a supervisão e a produtividade dos funcionários que trabalham remotamente.
Práticas Comuns de Burlas no Trabalho Remoto
As práticas comuns de burlas no trabalho remoto têm chamado a atenção de empresas que buscam aumentar a produtividade. Após demissões em massa, como a do Itaú com mil funcionários, ficou claro que muitos se utilizam de truques para simular atividade enquanto estão em casa. Isso levanta dúvidas sobre a verdadeira eficácia do home office.
Uma das técnicas mais usadas é a reunião de vídeo do tipo “entre mim e comigo”. Nesse caso, um funcionário inicia uma chamada no Teams, mas fica sozinho na sala virtual por horas. Isso cria a aparência de que ele está trabalhando, embora a realidade seja bem diferente.
Outras Gambiarras Frequentes
Outra prática comum é a falsa atividade. Os trabalhadores abrem um programa, como Excel ou Word, e deixam algo pesado sobre o teclado. Isso evita que o computador entre em modo de suspensão e simula a contínua atividade no sistema. Surpreendentemente, alguns equipamentos vendidos na internet conseguem até automatizar isso.
Além disso, alguns funcionários batem ponto em locais estranhos, como em restaurantes ou motéis, antes de iniciar suas jornadas. Isso é feito para acumular horas extras, o que mostra como as regras de controle de ponto podem ser burladas. Essas práticas levantam questões sérias sobre a honestidade e a motivação no trabalho remoto.