Exportações de Carne Bovina do Brasil para Argentina Disparam em 2025

Exportações de carne bovina têm crescimento significativo, impulsionadas por tarifaço nos EUA e queda na produção da Argentina.
Exportações de Carne Bovina do Brasil para Argentina Disparam em 2025
Exportações de Carne Bovina do Brasil para Argentina Disparam em 2025

As de do Brasil para a cresceram drasticamente em 2025, revelando mudanças significativas no mercado internacional de carnes. Neste artigo, abordaremos os fatores que impulsionaram esse aumento, como as impostas pelos EUA e a diminuição da produção argentina.

Efeito do Tarifaço nas Exportações de Carne

O tarifaço pelos Estados Unidos teve um impacto significativo nas exportações de carne do Brasil. Desde abril de 2025, as tarifas aumentaram, especialmente para a carne brasileira. Isso fez com que a Argentina, que é uma grande produtora de carne, procurasse suprir a demanda interna com carne brasileira. Com a nova taxa de 50%, muitos argentinos passaram a buscar alternativas para garantir o abastecimento de carne em seus mercados.

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A Argentina sempre foi um parceiro no comércio de carne, mas a alta das tarifas mudaram o cenário. A carne brasileira, mais barata, começou a ser uma opção viável. Isso gerou um aumento considerável nas compras de carne brasileira, especialmente em setembro, quando se registrou o pico dessa demanda. A combinação de tarifas e a necessidade de abastecimento interno fez com que as exportações do Brasil para a Argentina crescessem de forma impressionante.

Queda na Produção de Carne na Argentina

A queda na produção de carne na Argentina tem sido significativa nos últimos anos. Entre 2023 e 2025, o número de bovinos caiu de 68,8 milhões para 67 milhões. Essa diminuição é reflexo de secas e problemas econômicos que afetaram a do país. O Departamento de dos EUA (USDA) espera que a produção continue a cair e a previsão para 2025 é de uma redução de 100 mil toneladas.

As medidas do anterior, que limitavam as exportações, também agravaram a situação. Em 2019, o ex-presidente Alberto Fernández implementou taxas de exportação que desestimularam os pecuaristas. Além disso, a seca afetou a taxa de prenhez das vacas, levando a um menor número de bezerros. Com a produção em declínio, a Argentina se vê pressionada a buscar carne em outros países, como o Brasil.

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