Para quem acompanha as recomendações do mercado, a carteira recomendada ações fevereiro da Empiricus Research traz novidades importantes, como a entrada da Smart Fit após valorização expressiva da Multiplan em janeiro. Entenda as mudanças e o cenário que influencia as escolhas.
Empiricus atualiza carteira recomendada de ações para fevereiro de 2026
A Empiricus Research revisou sua carteira recomendada para fevereiro de 2026, promovendo mudanças importantes entre as ações selecionadas. A principal alteração foi a saída da Multiplan (MULT3), que teve uma valorização de 20,9% em janeiro, superando o Ibovespa, que avançou 12,6%. O papel foi vendido para realizar o ganho e dar lugar à Smart Fit (SMFT3), empresa com potencial de crescimento atraente segundo a analista Larissa Quaresma.
A Smart Fit entrou na carteira por apresentar boas perspectivas de expansão e melhorias nas margens operacionais à medida que novas unidades amadurecem. A queda recente no preço das ações foi vista como uma oportunidade, especialmente considerando o múltiplo preço/lucro estimado para 2026 de 14 vezes. Além disso, a Empiricus aumentou a exposição ao Nubank (ROXO34), que é sensível à variação dos juros, oferecendo uma estratégia ajustada ao cenário econômico atual com expectativa de queda da Selic.
O portfólio para fevereiro ainda inclui nomes consolidados como Itaú (ITUB4), Porto (PSSA3), Equatorial (EQTL3), Localiza (RENT3), Cosan (CSAN3), Rede D‘Or (RDOR3), Direcional (DIRR3) e Prio (PRIO3). Essa seleção visa proteger contra a volatilidade cambial, focando em empresas com boa resposta à redução da taxa de juros e potencial para capturar retornos positivos no mercado acionário brasileiro.
É importante destacar que, apesar da alta da bolsa no início de 2026, algumas ações ainda não acompanharam o ritmo, abrindo espaço para oportunidades de compra. A estratégia da Empiricus busca equilibrar o portfólio para o cenário de flexibilização monetária e enfraquecimento do dólar, aproveitando o fluxo positivo de capital estrangeiro que tende a beneficiar ativos emergentes como o Brasil.