Dividendos da Taesa: preço-alvo sobe para R$ 38 com recomendação de venda

Dividendos da Taesa atraem investidores, mas preço-alvo atualizado em R$ 38 traz recomendação de venda afirmam analistas.
Dividendos da Taesa: preço-alvo sobe para R$ 38 com recomendação de venda
Dividendos da Taesa: preço-alvo sobe para R$ 38 com recomendação de venda

da Taesa continuam atraindo , mesmo com o recente ajuste no preço-alvo para R$ 38 e recomendação de venda feita pelo BBI. A empresa apresenta boa geração de caixa e rendimento elevado previsto para os próximos anos, apesar das incertezas com concessões futuras.

Análise e preço-alvo da Taesa com foco em dividendos e concessões

O Bradesco BBI atualizou o preço-alvo da Taesa para R$ 38, refletindo uma visão cautelosa diante da atual avaliação da empresa. Apesar do aumento, o novo valor indica uma desvalorização de 8,1% em relação ao último fechamento. Essa atualização incorpora os últimos trimestrais e o cronograma de implantação de quatro ativos greenfield, que devem adicionar cerca de R$ 400 milhões em receita potencial até 2027-2028.

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Além disso, os analistas consideraram o reembolso dos ativos não depreciados ao final das concessões, especialmente para de manutenção e reforço. Esse ajuste eleva o preço-alvo e evidencia a importância das concessões para a estratégia financeira da Taesa. A perspectiva de dividendos robustos, com rendimento esperado entre 8% e 11% de 2026 a 2031, mantém a companhia como uma boa opção de renda, apesar da recomendação de venda devido à avaliação considerada alta.

O diretor-presidente da Taesa, Rinaldo Pecchio Jr, mostrou otimismo nas negociações em curso com o federal sobre as regras para o vencimento das concessões de transmissão. A definição desses termos é crucial para o futuro da companhia, especialmente diante do fim das concessões entre 2030 e 2032, o que pode impactar receitas e lucros a longo prazo.

Estudos técnicos estão sendo realizados para embasar o diálogo com o Ministério de Minas e Energia e a . A intenção é fundamentar as negociações com dados econômico-financeiros e operacionais, garantindo que a modicidade tarifária seja respeitada e que a operação seja sustentável. A expectativa é que, até 2027, a Taesa confirme seu interesse em manter as concessões.

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