WEG (WEGE3)
A WEG registrou lucro líquido de R$ 1,65 bilhão no 3T25, alta de 4,5% a/a e 3,7% t/t. O Ebitda somou R$ 2,27 bilhões (+2,3%), com margem líquida de 16,1%. A receita líquida cresceu 4,2%, para R$ 10,2 bilhões, enquanto o ROIC caiu 4,7 p.p., para 32,4%.
Vale (VALE3)
A Vale produziu 94,4 milhões de toneladas de minério de ferro no 3T25, alta de 4% a/a e o melhor nível desde 2018. O crescimento foi impulsionado pelo recorde no S11D (23,6 Mt) e ramp-up de Brucutu e Capanema. As vendas subiram 5%, com melhores prêmios de finos.
Sanepar (SAPR11)
A Agepar suspendeu temporariamente a regra sobre compartilhamento de ganhos fiscais, após solicitação do TCE-PR. A Sanepar afirmou que tomará medidas legais para resguardar seus interesses.
Valid (VLID3)
O conselho aprovou R$ 78,2 milhões em JCP, equivalentes a R$ 1,00 por ação. A data-base é 28/11/2025, com ações ex a partir de 01/12. O cronograma de pagamento será divulgado futuramente.
Romi (ROMI3)
A Romi reportou lucro líquido de R$ 27,4 milhões (+15,3% a/a), com Ebitda em alta de 60,8%. A receita líquida avançou 31,9%, somando R$ 349 milhões, com destaque para o desempenho da Burkhardt+Weber.
JSL (JSLG3)
O conselho nomeou Guilherme Sampaio como novo CEO a partir de janeiro/26, substituindo Ramon Alcaraz, que seguirá no conselho. A troca marca nova fase de eficiência e foco estratégico na logística integrada.
Americanas (AMER3)
A Americanas fechou 9 lojas em setembro, reduzindo a rede para 1.551 unidades. A base de clientes ativos caiu para 44,5 milhões, em linha com o plano de reestruturação operacional e revisão de malha.
3tentos (TTEN3)
A 3tentos criou diretoria de Governança, Riscos e Compliance, sob liderança de Karine Olczevski (ex-Kepler Weber). O movimento reforça o compromisso da companhia com boas práticas corporativas.
Netflix (NFLX34)
A Netflix lucrou US$ 2,54 bilhões (+7,7%), mas o EPS (US$ 5,87) ficou abaixo das estimativas (US$ 6,97), afetado por uma despesa fiscal de US$ 619 milhões no Brasil. As ações caíam 6,39% no after market em Nova York.