AXIA Energia (AXIA3)
A AXIA Energia (ex-Eletrobras) lucrou R$ 2,2 bilhões no 3T25, queda de 68% a/a. O Ebitda regulatório foi de R$ 6,38 bilhões (-5,8%), e a receita líquida caiu 4,8%, para R$ 9,94 bilhões. O resultado foi impactado por menores preços de energia e efeito sazonal.
Banco ABC (ABCB4)
O Banco ABC reportou lucro líquido de R$ 256,8 milhões (+5,2% t/t) e ROAE de 15,5%. A margem financeira subiu 7,9%, com NIM de 4,4% a.a., sustentada pela expansão de crédito e gestão eficiente de custos.
Brava Energia (BRAV3)
A Brava Energia lucrou R$ 120,7 milhões (-75,8%), afetada por efeitos contábeis não caixa. Excluindo esses impactos, o lucro ajustado seria R$ 681 milhões, com Ebitda recorde de R$ 1,3 bilhão (+78,7%), refletindo forte geração operacional.
Engie (EGIE3)
A Engie Brasil registrou lucro líquido de R$ 738 milhões (+12,2%) e Ebitda de R$ 1,9 bilhão (+13,8%), com receita líquida de R$ 3,34 bilhões (+31,8%). A companhia também aprovou aumento de capital de R$ 1,96 bilhão via bonificação.
Minerva (BEEF3)
A Minerva Foods teve lucro líquido de R$ 120 milhões (+27,6%), Ebitda de R$ 1,39 bilhão (+70,8%) e receita de R$ 15,5 bilhões (+82,5%). O desempenho reflete exportações recordes e efeito cambial positivo, consolidando recuperação nas margens.
Vibra Energia (VBBR3)
A Vibra reportou lucro líquido de R$ 407 milhões (-90,3%) e Ebitda ajustado de R$ 1,8 bilhão (-9,1%), com receita de R$ 48,5 bilhões (-4,6%). O resultado foi pressionado por margens menores e custos de combustíveis mais altos.
Valid (VLID3)
A Valid lucrou R$ 51,8 milhões (-43,3%), com Ebitda de R$ 115 milhões (-13%) e receita de R$ 540 milhões (-6,8%). O recuo reflete queda na demanda por impressões e impacto cambial.
Unifique (FIQE3)
A Unifique registrou lucro líquido de R$ 64,8 milhões (+39,4%), Ebitda de R$ 155,9 milhões (+21,5%) e receita de R$ 306,2 milhões (+19,9%). O resultado é sustentado pelo crescimento da base de clientes de fibra óptica.
Iochpe-Maxion (MYPK3)
A Iochpe-Maxion lucrou R$ 35,1 milhões (-67,9%), com Ebitda de R$ 360 milhões (-18,1%) e receita de R$ 3,8 bilhões (-4,5%). A companhia citou menor volume de produção e pressão de custos energéticos e de insumos.
Dexco (DXCO3)
A Dexco apresentou lucro líquido de R$ 14,1 milhões (-84,7%), Ebitda ajustado de R$ 445 milhões (-3,2%) e receita de R$ 2,1 bilhões (-5%). O setor segue impactado pela desaceleração da construção civil.
Petz (PETZ3)
A Petz reportou lucro líquido de R$ 33,4 milhões (+124%), Ebitda de R$ 83,9 milhões (+12,6%) e receita de R$ 908,5 milhões (+7%). O crescimento vem da expansão digital e avanço em serviços veterinários.
CBA (CBAV3)
A CBA lucrou R$ 131 milhões (+51%), com Ebitda de R$ 234 milhões (-43%) e receita de R$ 2,25 bilhões (+5%). O resultado reflete maior volume vendido e recuperação gradual dos preços do alumínio.
Guararapes (GUAR3)
A Guararapes (controladora da Riachuelo) obteve lucro de R$ 73,6 milhões (+63%), Ebitda de R$ 402 milhões (+14,8%) e receita de R$ 2,45 bilhões (+6,6%), sustentada pela recuperação nas vendas do varejo físico.
CSU Digital (CSUD3)
A CSU Digital lucrou R$ 23,8 milhões (+7,5%), com Ebitda de R$ 46,5 milhões (-3,7%) e receita de R$ 153,7 milhões (+9,1%). O crescimento é impulsionado pelo avanço em soluções de meios de pagamento e fidelização.
Totvs (TOTS3)
A Totvs reportou lucro líquido de R$ 248,7 milhões (+10,2%), Ebitda de R$ 404,8 milhões (+22,7%) e receita de R$ 1,56 bilhão (+18%). O resultado reflete forte crescimento nas áreas de software e analytics, mantendo rentabilidade sólida.
Lavvi (LAVV3)
A Lavvi aprovou R$ 124,6 milhões em dividendos (R$ 0,63 por ação), com data-com em 13/11 e pagamento em 26/11. A companhia reforça sua política de retorno consistente ao acionista.
Motiva (MOTV3)
A Motiva confirmou negociações avançadas para venda de aeroportos, com o grupo mexicano Asur como principal interessado. A proposta ainda não é vinculante.
Copasa (CSMG3)
O governo de Minas Gerais enviou diretrizes para o processo de privatização da Copasa, e a Assembleia Legislativa aprovou a PEC que elimina o referendo popular, abrindo caminho para a desestatização da companhia.