Para 2026, a carteira recomendada de dividendos do BTG Pactual traz novidades importantes. A substituição de Gerdau e Cyrela por Caixa Seguridade e Sanepar destaca oportunidades atrativas para investidores focados em rendimento e valorização. Saiba mais sobre as mudanças e o que esperar dessas ações neste novo cenário.
Alterações na carteira de dividendos do BTG para janeiro de 2026
O BTG Pactual atualizou sua carteira recomendada de dividendos para janeiro de 2026, trazendo mudanças relevantes para investidores interessados em renda e valorização. As ações de Gerdau (GGBR4) e Cyrela (CYRE3) saíram, enquanto Caixa Seguridade (CXSE3) e Sanepar (SAPR11) foram incluídas. Essa alteração reflete a busca por ativos com resultados mais previsíveis e potencial de valorização a médio prazo.
A Caixa Seguridade destaca-se pelo seu contrato renovado com a Caixa Econômica Federal, o que confere maior estabilidade às receitas. Seu dividend yield estimado para 2026 é de 8,9%, um índice atraente para quem busca proteção por meio de dividendos. Já a Sanepar, apesar de ter um componente mais especulativo ligado ao cenário político estadual, apresenta boas perspectivas de valorização, principalmente se houver avanços em eficiência ou privatização.
Revisão das participações em outras ações
Além das trocas principais, o BTG ajustou também outros papéis da carteira. A participação em Copel (CPLE6) foi reduzida em 5 pontos percentuais, enquanto Allos (ALOS3) e Direcional (DIRR3) tiveram seu peso aumentado para 10% cada. Essas movimentações mostram uma estratégia de balanceamento entre estabilidade e crescimento.
O desempenho recente da carteira evidenciou essas escolhas. Em dezembro, o portfólio teve queda de 1,6%, contra altas do índice de dividendos e do Ibovespa. No entanto, no acumulado de 2025, a rentabilidade chegou a 41,7%, superando o índice de dividendos, que cresceu 30%. Essa trajetória reforça a eficácia da gestão do BTG na seleção de ativos para dividendos.