caso de racismo no sub-12 ganhou destaque após ofensas dirigidas a um jogador do Manthiqueira na vitória do Corinthians por 5 a 1, em Guaratinguetá. O árbitro acionou o Protocolo Antirracista aos 54 minutos do segundo tempo; a polícia prendeu uma torcedora e a Federação Paulista de Futebol emitiu nota de repúdio, ressaltando medidas preventivas nas categorias de base.
Protocolo antirracista, prisão e posição da FPF
O árbitro acionou o Protocolo Antirracista aos 54 minutos do segundo tempo.
O pedido ocorreu após um jogador do Manthiqueira relatar ofensas racistas.
O atleta se sentou no gramado e não conseguiu voltar ao jogo.
Atuação do protocolo e prisão
A polícia militar foi acionada pouco depois da paralisação da partida.
Uma torcedora foi presa em flagrante e levada para Lorena.
O caso seguiu para as autoridades e para o Tribunal de Justiça Desportiva.
Posição e medidas da FPF
A Federação Paulista de Futebol divulgou nota e repudiou o ato.
A entidade afirmou que não tolera racismo nas competições de base.
Antes do caso, a FPF já havia fechado portões em 144 jogos.
A ação educacional visou conscientizar pais e reduzir maus comportamentos nas arquibancadas.
Impacto sobre os atletas mirins
O episódio expõe vulnerabilidade das crianças nas categorias sub-12.
Especialistas e clubes foram chamados a reforçar a proteção e a educação.
O caso de racismo no sub-12 reacende debate sobre disciplina e responsabilidade dos responsáveis.