Abrasca defende prorrogação do prazo para deliberar dividendos até abril de 2026

Prazo para deliberar dividendos em 2025 foi estendido até janeiro de 2026, mas Abrasca sugere extensão até abril para adequada apuração.
Abrasca defende prorrogação do prazo para deliberar dividendos até abril de 2026
Abrasca defende prorrogação do prazo para deliberar dividendos até abril de 2026

O debate sobre o prazo para deliberar em 2025 ganha destaque após o estender o prazo até 31 de janeiro de 2026. Contudo, a Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) sugere que esse prazo seja estendido até abril para melhor análise e auditoria dos resultados.

STF prorroga prazo até 31 de janeiro de 2026 para deliberação de lucros e dividendos, Abrasca pede extensão até abril.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu prorrogar o prazo para a deliberação sobre lucros e dividendos referentes a 2025 até 31 de janeiro de 2026. Essa decisão foi tomada para garantir que as possam concluir seus processos com isenção tributária dentro de um período mais flexível. Inicialmente, o prazo terminaria em 31 de dezembro de 2025, mas a extensão proporciona um fôlego maior para as companhias planejarem a distribuição dos seus resultados financeiros.

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A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), representada pelo seu presidente Pablo Cesário, argumenta que essa prorrogação ainda é insuficiente. A entidade defende que o prazo seja estendido até abril de 2026, período que permitiria às empresas concluírem auditorias e convocarem assembleias para aprovação dos dividendos com mais tempo e segurança. Segundo Cesário, o rito completo para distribuição de lucros, incluindo convocações e auditorias, demanda cerca de 45 dias, justificando a necessidade da extensão do prazo para abril.

Além disso, a mudança de prevista para 2026 estabelece que dividendos a partir de janeiro sofrerão incidência de 10% de de Renda caso ultrapassem R$ 50 mil mensais por empresa. Essa alteração torna ainda mais relevante a necessidade de prazos adequados para planejamento e divulgação dos resultados, evitando riscos fiscais e garantindo transparência para os , inclusive os não residentes no .

Portanto, a discussão sobre o prazo para deliberar dividendos está no centro das preocupações da Abrasca e das empresas brasileiras. A extensão até abril facilitaria o cumprimento das exigências legais, a qualidade da e beneficiaria os acionistas com decisões bem fundamentadas e no tempo adequado.

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