Ações da Oi deixam de ser negociadas na B3 após falência e leilão

Ações da Oi (OIBR3,OIBR4) saem da B3 após não atingir valor mínimo e falência decretada, com leilão durante o pregão.
Ações da Oi deixam de ser negociadas na B3 após falência e leilão
Ações da Oi deixam de ser negociadas na B3 após falência e leilão

As da Oi (; OIBR4) foram suspensas na nesta segunda-feira (12) e passaram a ser negociadas em leilão. Isso ocorre após a companhia não alcançar o preço mínimo exigido pela bolsa, somado à grave situação financeira da empresa, que teve a decretada em novembro. O movimento marca um momento crítico para e o mercado de .

Ações da Oi suspensas e procedimento de leilão na B3

As ações da Oi (OIBR3 e OIBR4) foram suspensas na B3 nesta segunda-feira (12) e passaram a ser negociadas por meio de leilão durante toda a sessão. Isso ocorreu porque a empresa não conseguiu manter o preço mínimo exigido pela bolsa, que é de R$ 1 por ação. Enquanto as ações preferenciais (OIBR4) chegaram a R$ 1,84 na sexta-feira passada, as ordinárias (OIBR3) estavam cotadas a apenas R$ 0,19, configurando o chamado “penny stock”.

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O procedimento de leilão tem o objetivo de tentar encontrar compradores e vendedores em um ambiente controlado, buscando um valor para as ações. Caso o preço das ações seja ajustado para o mínimo requerido, as negociações podem retornar ao pregão normal. A B3 reforçou que o leilão pode ser interrompido caso o valor da ação volte a se enquadrar na regra estabelecida.

Situação financeira e falência da Oi

O motivo principal dessa suspensão é o quadro financeiro grave da Oi, que teve sua falência decretada em novembro pela 7ª Vara Empresarial do . A juíza responsável destacou que a empresa não tem mais condições financeiras para honrar seus compromissos. Apesar disso, a falência foi suspensa temporariamente por decisão do Tribunal de Justiça, permitindo que a da empresa continue.

Essa situação complexa afeta diretamente o valor das ações e a confiança dos investidores. A Oi tem cerca de 330 milhões de ações em circulação, com mais de 203 milhões negociadas livremente na bolsa. A continuidade do processo de recuperação judicial e a reestruturação dos ativos são fundamentais para tentar garantir a viabilidade da empresa a longo prazo e preservar seus serviços essenciais.

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