As açōes recomendadas BTG Pactual para janeiro de 2026 trazem uma nova estratégia para enfrentar o ano que promete mais volatilidade. Com entrada da mineradora Aura (AURA33), o banco aposta em diversificação e exposição a exportadores para aproveitar oportunidades e proteger investimentos.
BTG Pactual ajusta carteira para 2026 com Aura (AURA33) e aposta em volatilidade
O BTG Pactual atualizou sua carteira para 2026 incluindo a mineradora Aura (AURA33) no lugar da construtora Direcional (DIRR3). Essa mudança mostra a intenção do banco de diversificar os investimentos, especialmente para lidar com a volatilidade esperada no mercado ao longo do ano.
Os analistas do BTG destacam que Aura é uma empresa canadense focada em mineração de ouro, com forte potencial de crescimento. A mineradora deve quase dobrar sua produção nos próximos anos, o que traz boas perspectivas para os investidores.
Estratégia para 2026
A carteira do BTG reflete uma maior exposição a exportadores, reduzindo a participação em construtoras. Isso porque o banco prevê um ano com grandes oscilações no mercado, especialmente devido às eleições e à política local.
Além disso, Aura tem um dividend yield esperado entre 7% e 9%, pagos de forma trimestral, o que é atraente para quem busca renda constante. O baixo nível de alavancagem da empresa (dívida líquida/EBITDA de 0,15x) também reforça sua segurança para investidores mais conservadores.
Potenciais e riscos
A diversificação em metais preciosos, como o ouro, é vista como uma forma de proteger os investimentos contra instabilidades. A Aura apresenta risco operacional baixo, pois continua ampliando sua base de ativos, diminuindo vulnerabilidades.
Outro ponto relevante é o valuation da mineradora, que está com desconto e pode apresentar expansão significativa dos múltiplos. Isso indica potencial para valorização das ações no médio prazo, tornando a ação AURA33 uma aposta sólida para 2026 dentro da carteira do BTG.