Lucro da São Martinho cai 5,9% no 2º trimestre da safra 2025/26

Lucro da São Martinho recua 5,9% no 2º trimestre da safra 2025/26 com queda de receita e produção reduzida.
Lucro da São Martinho cai 5,9% no 2º trimestre da safra 2025/26
Lucro da São Martinho cai 5,9% no 2º trimestre da safra 2025/26

O da apresentou queda no segundo trimestre da safra 2025/26, impactado por condições climáticas adversas e redução na produção de açúcar e . Acompanhe os detalhes econômicos e financeiros desta importante empresa do setor sucroalcooleiro.

Atualização do lucro e Ebitda da São Martinho no 2º trimestre da safra 2025/26

No segundo trimestre da safra 2025/26, a São Martinho anunciou uma queda de 5,9% no lucro líquido, somando R$ 176 milhões. Essa redução comparada ao mesmo período da safra anterior reflete o impacto das condições climáticas desfavoráveis e menor produção. O lucro antes de , , depreciação e amortização () ajustado também caiu 13,4%, ficando em R$ 817 milhões, afetando a margem Ebitda, que caiu para 47%, uma baixa de 1,2 ponto percentual.

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Além disso, a empresa revisou o seu guidance para o processamento de cana, agora estimado em 22 milhões de toneladas, contra os 22,6 milhões previstos anteriormente, uma queda de 2,7%. O volume total de Açúcar Total Recuperável (ATR) estimado para o período é de 3 milhões de toneladas, 4,2% menor que a previsão anterior, causando preocupação entre os investidores por causa da menor produtividade do canavial.

Impacto nas Finanças e Produção

A receita líquida da São Martinho caiu 11,3% no 2º trimestre, totalizando R$ 1,74 bilhão. Essa redução foi motivada pelos menores preços e volumes comercializados de açúcar e etanol, dois produtos-chave para a companhia. A , medida pela relação entre ívida líquida e Ebitda ajustado, subiu para 1,57x, indicando um aumento no endividamento comparado a períodos anteriores.

Cabe destacar também a redução de 5,3% no investimento total (Capex), que ficou em R$ 2,8 bilhões. Essa diminuição veio principalmente da redução nas linhas de Melhoria Operacional e Modernização/Expansão, que caíram 16,1% e 6,8%, respectivamente. Esses ajustes refletem a estratégia da empresa em controlar custos e ajustar suas operações diante dos desafios climáticos e de mercado.

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