Sabesp (SBSP3) registra lucro de R$ 1,28 bi no 3T25 com crescimento de 9,5%

Lucro da Sabesp no 3T25 cresce 9,5%, chegando a R$ 1,28 bilhão, com investimentos fortes e desafios hídricos.
Sabesp (SBSP3) registra lucro de R$ 1,28 bi no 3T25 com crescimento de 9,5%
Sabesp (SBSP3) registra lucro de R$ 1,28 bi no 3T25 com crescimento de 9,5%

da Sabesp no 3T25 apresenta crescimento de 9,5% em relação ao ano anterior, mostrando resiliência mesmo diante de desafios como a crise hídrica e provisões regulatórias. O reflete ajustes, investimentos robustos e a gestão da Equatorial Energia no período pós-.

Resultados financeiros do terceiro trimestre de 2025 da Sabesp

Sabesp apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 1,28 bilhão no terceiro trimestre de 2025. Este valor representa um aumento de 9,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O ajustado da companhia também cresceu, alcançando R$ 3,2 bilhões, um crescimento de 14,7% na base anual, embora tenha ficado levemente abaixo das expectativas do mercado.

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A margem Ebitda foi de 58,6%, acima do consenso do mercado, que previa 57,8%. A receita líquida ajustada da Sabesp foi de R$ 5,46 bilhões, mostrando estabilidade com ligeiro crescimento de 0,1% em relação ao ano anterior. Essa performance ocorre em meio a desafios regulatórios, para o Fundo de Apoio à Universalização do Saneamento (Fausp) e mudanças climáticas que impactaram os reservatórios da Grande .

Investimentos e Redução de Custos

Durante o 3T25, a Sabesp investiu R$ 4 bilhões, o que representa um aumento de 175% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o montante investido chegou a R$ 10,43 bilhões, mantendo a empresa alinhada às metas de universalização e segurança hídrica. Esses investimentos reforçam a e o compromisso com a qualidade do serviço.

Além disso, a Sabesp conseguiu reduzir os custos e despesas em quase 16%, para R$ 2,26 bilhões. Houve uma economia significativa, incluindo despesas com pessoal e serviços, que foram essenciais para manter a saúde financeira da empresa após a privatização. A , medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado, ficou em 1,9 vez, um leve aumento frente ao ano passado, mas ainda em níveis considerados saudáveis.

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