Senado debate isenção de dividendos até 30 de abril de 2026 com novo imposto

Isenção de dividendos até abril de 2026 é debatida no Senado enquanto mudanças no IR elevam tributação de lucros altos.
Senado debate isenção de dividendos até 30 de abril de 2026 com novo imposto
Senado debate isenção de dividendos até 30 de abril de 2026 com novo imposto

O Senado avalia a extensão do prazo da isenção de até abril de 2026, alinhando as regras fiscais à realidade das assembleias empresariais. A proposta integra o projeto que reajusta o para lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais, alterando a no brasileiro.

Prazo estendido para isenção de dividendos até abril de 2026

O prazo para a isenção do sobre dividendos foi estendido até 30 de abril de 2026. Essa mudança é importante porque muitas empresas realizam a distribuição dos lucros referentes ao último trimestre de 2025 apenas no ano seguinte, dentro desse novo prazo. Assim, os dividendos aprovados até essa data continuarão isentos, evitando a tributação imediata que o projeto previa inicialmente.

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Essa medida foi incluída no projeto de lei que altera a tributação sobre lucros e dividendos, buscando equilibrar as regras fiscais com o calendário real das assembleias empresariais. A prorrogação do prazo garante segurança jurídica para os acionistas e empresas, que poderão planejar melhor suas distribuições sem surpresas tributárias inesperadas.

Principais mudanças e impactos da nova tributação sobre dividendos

A nova tributação sobre dividendos traz mudanças importantes para e empresas. Dividendos mensais acima de R$ 50 mil pagos a um único acionista terão retenção de 10% na fonte a partir de 2026. Essa medida busca aumentar a arrecadação e compensar a isenção de IR para pessoas com renda até R$ 5 mil por mês. Quem receber mais de R$ 600 mil por ano sofrerá alíquotas progressivas, chegando a até 10% para rendimentos acima de R$ 1,2 milhão.

Além disso, dividendos recebidos do exterior acima desse valor também terão tributação de 10%, com exceções para fundos soberanos e entidades de previdência. Os lucros e dividendos apurados até 31 de dezembro de 2025 permanecem isentos, mesmo que o pagamento ocorra até 2028. O projeto ainda prevê deduções para setores como , infraestrutura e imóveis, e mantém a isenção para com pelo menos 100 cotistas e negociações em bolsa.

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