Lucro da Tenda (TEND3) sobe 47% no terceiro trimestre e alcança R$ 111,7 milhões

Lucro da Tenda (TEND3) no terceiro trimestre sobe 47%, com receita líquida recorde de R$ 1,135 bilhão, reforçando desempenho sólido.
Lucro da Tenda (TEND3) sobe 47% no terceiro trimestre e alcança R$ 111,7 milhões
Lucro da Tenda (TEND3) sobe 47% no terceiro trimestre e alcança R$ 111,7 milhões

Lucro da no terceiro trimestre de 2025 registrou alta de 46,6%, alcançando R$ 111,7 milhões, resultado que evidencia o crescimento da empresa no popular e seus desafios diante das oscilações do mercado.

Lucro da Tenda cresce 47% e receita atinge R$ 1,135 bilhão no 3T25

O lucro da Tenda no terceiro trimestre de 2025 subiu 46,6%, alcançando R$ 111,7 milhões, um resultado expressivo para a construtora focada em habitação popular. Esse avanço significa que a empresa conseguiu melhorar significativamente sua , em comparação ao mesmo período do ano anterior.

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A receita líquida da Tenda também bateu recorde no trimestre, chegando a R$ 1,135 bilhão, um incremento de 24,5% na comparação anual. O aumento da receita reflete o crescimento no volume de lançamentos e vendas, importantes indicadores para acompanhar o desempenho do setor imobiliário.

Desempenho operacional e lançamentos

O ajustado da Tenda ficou em R$ 187 milhões, 24% superior ao 3T24, com margem estável em 16,5%. O Ebitda é um indicador que mede o lucro operacional antes de , , depreciação e amortização, e é fundamental para avaliar a saúde financeira da empresa.

Nos três meses, a Tenda lançou 12 empreendimentos com um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,48 bilhão, demonstrando forte atividade no mercado, mesmo com o VGV caindo 27,1% em relação ao 3T24, mas com alta de 36,5% em relação ao trimestre anterior. As vendas líquidas totalizaram R$ 1,09 bilhão, uma leve queda anual, mas aumento de 4,5% em comparação ao trimestre anterior.

Outro ponto importante foi a velocidade sobre a oferta líquida (VSO), que atingiu 25,8%, um indicador que mostra a rapidez com que os imóveis foram vendidos em relação à oferta disponível. Esse número reforça a boa absorção dos produtos pela demanda.

Por fim, a companhia conseguiu reduzir sua ívida líquida consolidada para R$ 200 milhões ao final do 3T25, uma queda de 53,5% em relação ao ano anterior, fortalecendo sua posição financeira para futuros e crescimento.

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