No mês de setembro de 2025, a dívida pública federal do Brasil apresentou um recuo de 0,28%, totalizando R$ 8,12 trilhões. Essa informação foi divulgada pelo Tesouro Nacional. A queda na dívida é um sinal positivo em meio a um cenário econômico desafiador. O valor da dívida pública mobiliária interna (DPMFi) caiu para R$ 7,82 trilhões. Em contrapartida, a dívida pública externa (DPFe) aumentou para R$ 301,5 bilhões.
Esse movimento de redução na dívida interna foi em grande parte devido a um resgate líquido de R$ 100 bilhões. No entanto, houve uma incorporação de juros na dívida interna que somou R$ 75,7 bilhões. Essa situação mostra a dinâmica complexa da dívida pública, onde os números refletem não apenas a gestão financeira do governo, mas também as reações do mercado às políticas econômicas e monetárias em vigor.
Além disso, o custo médio do estoque da dívida pública subiu de 11,65% para 12,00% ao ano. Isso indica que, embora a dívida tenha diminuído, o custo para o governo de manter essa dívida está aumentando. O custo médio de novas emissões também subiu de 13,70% para 13,74% ao ano, o que pode impactar futuras decisões de financiamento.
A perspectiva para os meses seguintes é de maior atenção, dado que o Tesouro observou que a redução de juros nos EUA pode afetar a percepção de risco no Brasil. Essa figura crescente de incertezas fiscais pode influenciar devotamente a confiança dos investidores, essencial para a estabilidade econômica do país. Portanto, é importante acompanhar os desdobramentos dessas taxas para melhor entender o futuro econômico do Brasil.