As aa5es da Vale e WEG chamam atenaaos no mercado em 2025 pelo desempenho robusto e potencial de valorizaaa. A combinaa aos resultados recentes e analise dos principais especialistas trazem otimismo e cautela para investidores.
Desempenho e perspectivas das ações da Vale, WEG, Cosan e Cyrela em 2025
A Vale (VALE3) teve um terceiro trimestre de 2025 que surpreendeu o mercado. Produziu mais de 94 milhões de toneladas de minério de ferro, o melhor desempenho em sete anos. Essa marca mostra a força operacional da empresa, mesmo frente a desafios globais. A XP Investimentos e o BTG Pactual ficam cautelosos devido aos riscos vindos da China e das oscilações no preço do minério. Em contrapartida, o Bradesco BBI e a Genial Investimentos estão otimistas. A Genial projeta receita de US$ 10,4 bilhões e lucro líquido de US$ 2,6 bilhões para a Vale, reforçando a indicação de compra do papel.
Já a WEG (WEGE3) registrou lucro de R$ 1,65 bilhão, com alta de 4,5% comparado ao ano anterior. Porém, o mercado considerou o resultado morno, pois a receita ficou abaixo do esperado, embora as margens estejam boas. O BTG e o Santander recomendam compra, confiando na retomada nos setores de infraestrutura e energia elétrica. Por outro lado, Safra e Bradesco BBI mantêm uma posição neutra, destacando os desafios no cenário internacional. A queda acumulada de cerca de 20% na ação em 2025 se deve a fatores como o dólar mais fraco e as tensões comerciais entre Brasil e EUA.
A Cosan (CSAN3) chamou a atenção pela redução no preço-alvo, de R$ 17 para R$ 9, mas manteve recomendação de compra pela XP. A corretora vê potencial de valorização de 50%, apesar do alto endividamento da empresa. O aporte de R$ 10 bilhões feito por BTG Pactual e Perfin trouxe mais fôlego à holding. Possíveis gatilhos para valorizar as ações incluem vendas de ativos, reorganização da Raízen (RAIZ4) e a queda dos juros.
Por fim, a Cyrela (CYRE3) segue como destaque, mesmo após alta próxima a 80% em 2025. O BTG Pactual acredita que a ação ainda está descontada, sendo negociada a 5 vezes o lucro previsto para 2026. O dividend yield estimado em 8% é um atrativo para investidores que buscam renda passiva. A Cyrela está presente em três carteiras do BTG e mantém forte posição no setor imobiliário.