As tarifas de 50% impostas pelos EUA à celulose brasileira atingem diretamente a Suzano, maior produtora mundial de celulose de eucalipto. Essa medida deve encarecer o produto brasileiro no mercado americano, tornando-o menos competitivo frente a concorrentes internacionais.
Apesar do desafio, a Suzano não está parada. A empresa busca ampliar suas vendas para outros mercados que não sofram com essas tarifas, diversificando as regiões clientes. Essa estratégia ajuda a reduzir o risco e manter a receita estável.
Além disso, a Suzano avalia ajustes em sua produção e logística para reduzir custos e aumentar a eficiência. Investir em inovação e sustentabilidade também é parte do plano para manter a competitividade global.
O mercado internacional de celulose é bastante disputado, por isso é crucial que a Suzano reforce seus laços comerciais com países na Ásia e Europa. Essas regiões podem absorver o excedente e compensar a queda nos EUA.
Entender as mudanças no comércio global e adaptar-se rapidamente é essencial para a Suzano continuar crescendo apesar das tarifas impostas pelos EUA. O foco na qualidade do produto e em soluções sustentáveis são pontos fortes para atrair novos compradores.