China flexibiliza regras de hipotecas depois de queda histórica histórica na venda de moradias

Medidas do Vice-Primeiro-Ministro visam reduzir estoque de propriedades não vendidas

O mercado imobiliário da continua a enfrentar dificuldades significativas, com as vendas de novas moradias em valor caindo 31,1% entre janeiro e abril de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados, divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS), refletem uma leve piora em relação à queda de 30,7% registrada no primeiro trimestre deste ano.

Além das vendas, outros indicadores do também apresentam retrações preocupantes. As construções iniciadas, abrangendo tanto residências quanto propriedades comerciais, tiveram um declínio anual de 24,6% no primeiro quadrimestre, um desempenho um pouco melhor que o recuo de 27,8% observado nos primeiros três meses de 2024.

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Os no desenvolvimento de projetos imobiliários também não escaparam da tendência de queda. Houve uma contração anual de 9,8% entre janeiro e abril, uma piora em relação à redução de 9,5% registrada no primeiro trimestre.

Medidas governamentais para revitalizar o setor

Em resposta à crescente, as autoridades chinesas anunciaram nesta sexta-feira um conjunto de medidas destinadas a revitalizar o setor imobiliário. Entre as iniciativas mais ousadas, está a flexibilização das regras hipotecárias e a instrução para que os governos locais adquiram casas não vendidas.

Os pisos das taxas de hipotecas para a compra da primeira e segunda residências foram removidos, facilitando o acesso ao financiamento. O Banco do Povo da China () também reduziu a entrada mínima para a compra da primeira casa para 15% do valor total, enquanto para a segunda residência a parcela inicial caiu para 25%.

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O vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, enfatizou a importância dessas medidas, destacando que os municípios com excesso de estoque de moradias devem adquirir as propriedades não vendidas e transformá-las em imóveis acessíveis. Além disso, He pediu que os governos locais comprem propriedades ociosas de incorporadoras, aliviando assim a situação financeira das do setor.

Foco na renovação urbana

He Lifeng também sugeriu a renovação de bairros marginalizados e o aumento dos investimentos em urbana como parte de uma estratégia mais ampla para reanimar o mercado imobiliário. A renovação urbana não apenas ajudaria a aliviar o excesso de estoque de propriedades, mas também melhoraria a qualidade de vida nas áreas afetadas.

As medidas anunciadas demonstram a determinação das autoridades chinesas em enfrentar os desafios do setor imobiliário e promover um desenvolvimento econômico mais equilibrado e sustentável. Resta observar se essas iniciativas serão suficientes para reverter a tendência de queda e estabilizar o mercado imobiliário do país.

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